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AARO mantém investigação sobre cerca de 100 objetos aéreos relatados pela Marinha ao largo da Virgínia

O relatório fiscal de 2025 da AARO descreve um caso marítimo ativo envolvendo meios da Marinha, cerca de 100 objetos aéreos e dois prováveis sistemas de superfície não tripulados, sem estabelecer origem extraordinária.

AARO mantém investigação sobre cerca de 100 objetos aéreos relatados pela Marinha ao largo da Virgínia
AARO logo slide from Jon Kosloski's November 19, 2024 unclassified congressional presentation, localized from the DefenseScoop source article.

O Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios do Pentágono publicou em 20 de julho o relatório consolidado de UAP do ano fiscal de 2025, e a DefenseScoop destacou no dia seguinte um evento marítimo não resolvido. O documento oficial registra 319 relatos: 284 do período coberto e 35 anteriores que ainda não haviam chegado ao escritório.

O caso foi relatado por meios da Marinha em operação ao largo da Virgínia. Segundo a AARO, havia aproximadamente 100 UAP aéreos e dois prováveis sistemas de superfície não tripulados. O escritório o mantém sob investigação, mas não afirma que os objetos tinham uma única origem, formavam uma operação coordenada ou exibiam tecnologia além das capacidades conhecidas.

No conjunto analisado, a AARO informou ter resolvido 114 dos 319 casos novos ou recém-recebidos. Também encerrou 256 casos de períodos anteriores, elevando para 370 o total de resoluções concluídas no ciclo. Todos foram atribuídos a categorias comuns, como balões, aves, aeronaves, satélites ou sistemas aéreos não tripulados, além de um foguete e um jet pack tripulado.

Uma nova ferramenta analítica permitiu encerrar 238 desses casos antigos ao associar os objetos aparentes a reflexos de satélites. O relatório mantém 191 casos em arquivo ativo e indica nove para análise adicional. A AARO aponta repetidamente atrasos e falta de dados de sensores como obstáculos, pois informações de posição, horário, clima e plataforma podem desaparecer antes da investigação.

O relatório afirma não ter encontrado evidência de que o governo dos Estados Unidos ou uma organização privada possua ou explore material derivado de UAP, nem tecnologia avançada de adversários ou de ruptura nos casos resolvidos. Isso não soluciona o relato da Virgínia: trata-se, por enquanto, de uma ocorrência naval ampla e incomum, com poucos detalhes públicos e sem conclusão anunciada.