A Columbia Global Reports lançou em 25 de agosto We Want to Believe: How Aliens Went Mainstream and Why It Matters, de Adam Kirsch. Em entrevista publicada pela Space.com antes do lançamento, o editor sênior da The Atlantic disse que as reportagens de 2017 sobre vídeos UAP do Pentágono o levaram a investigar a nova legitimidade institucional e cultural do tema.
Kirsch distingue testemunho de evidência. Um relato pode ser sincero e ainda incompleto ou equivocado, enquanto uma afirmação física exige informação testável de forma independente. Ele aplica a distinção a encontros militares e vídeos de sensores sem acusar testemunhas de inventar experiências.
O livro insere o ciclo atual numa história de entusiasmo seguido por falta de material conclusivo. Kirsch disse à Space.com que imagens vagas e divergências entre testemunhas e sensores tornam erro ou interpretação comum mais provável que uma nave extraterrestre, embora relatos não identificados continuem sendo temas legítimos de investigação.
A relevância do lançamento está no estudo da crença pública, não em nova alegação probatória sobre UAP. A questão central é como instituições, mídia e comunidades lidam com incerteza quando histórias atraentes excedem os dados. O livro deve ser lido como análise cultural e intelectual, não como decisão oficial sobre casos específicos.

