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Cardeal de Washington diz que remoção de exorcista não foi julgamento sobre UFOs

The Catholic Weekly e Catholic News Service relataram que o cardeal Robert McElroy disse que a remoção de monsenhor Stephen Rossetti do cargo de exorcista arquidiocesano dizia respeito ao exercício público desse ministério, não a um julgamento oficial sobre UFOs ou vida extraterrestre.

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The Catholic Weekly article image credited to OSV News photo/Tony Gentile, Reuters; localized as visual context for coverage of Msgr. Stephen Rossetti and the UFO controversy.

O cardeal Robert McElroy, de Washington, tentou separar uma decisão de pessoal da Igreja do debate mais amplo sobre UFOs. Em entrevista relatada pela Catholic News Service e publicada pelo The Catholic Weekly, ele disse que a remoção de monsenhor Stephen Rossetti do cargo de exorcista arquidiocesano deve ser entendida pela tradição de privacidade do ministério de exorcismo, não como uma decisão sobre fenômenos anômalos não identificados.

Rossetti, que construiu um grande público online por meio do St. Michael Center for Spiritual Renewal, chamou atenção depois de associar publicamente muitos avistamentos de UFO a atividade demoníaca. McElroy disse que sua objeção se concentrava na apresentação pública do ministério e no risco de confundir especulação pessoal com ensinamento da Igreja.

A reportagem situa o episódio dentro de uma discussão religiosa crescente sobre divulgação UAP. O artigo observa que teólogos católicos e figuras da mídia debatem se a possibilidade de inteligência extraterrestre entra em conflito com a doutrina, enquanto novos documentários e alegações públicas levam a questão mais fundo para audiências católicas.

Para um arquivo UFO/UAP, a história é relevante porque mostra como a política de divulgação agora alcança instituições muito além da defesa e da inteligência. Ela não documenta um novo avistamento nem prova um objeto anômalo. Ela registra uma disputa pública de limites sobre como autoridades religiosas devem falar de alegações de UFO, especulação extraordinária e ensinamento oficial.

Fontehttps://catholicweekly.com.au/exorcist-role-should-be-private/