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Avi Loeb avalia plasma produzido por laser como explicação para alguns orbes UAP

Avi Loeb argumenta que a tecnologia militar de plasma induzido por laser pode explicar uma parcela limitada dos relatos de UAP luminosos, mas ressalta que alcance, duração e potência conhecidos deixam muitos casos fora da hipótese.

Avi Loeb avalia plasma produzido por laser como explicação para alguns orbes UAP
U.S. military artist's concept of laser weapons, credited by Avi Loeb's article to the Department of War via Wikimedia and localized as context; it is an illustration, not an image of a UAP or a deployed plasma system.

O astrofísico de Harvard Avi Loeb propôs em 14 de julho que o plasma produzido por laser seja testado como explicação convencional para alguns relatos de orbes UAP luminosos. O texto apresenta uma hipótese de investigação, não a conclusão de que algum avistamento específico tenha sido criado por um sistema a laser.

Loeb cita trabalhos divulgados publicamente sobre efeitos de plasma induzido por laser, incluindo sistemas que concentram pulsos curtos no ar para ionizar um pequeno volume e depois aquecê-lo. Esse ponto de plasma pode emitir luz e, em aplicações experimentais não letais, ser modulado para produzir som. Ele também cita a patente US20200041236A1 da Marinha dos EUA sobre filamentos de plasma induzidos por laser.

A força da ideia está no fato de que um ponto luminoso focalizado não é uma aeronave sólida. Seu movimento aparente poderia mudar rapidamente sem asas, exaustão ou os limites aerodinâmicos esperados de um veículo físico. Loeb afirma que isso torna o mecanismo digno de análise perto de áreas militares onde pesquisas de energia dirigida podem ocorrer.

O mesmo registro público impõe limites importantes. Loeb observa que a projeção documentada de plasma alcança centenas de metros, enquanto alguns relatos de UAP descrevem alvos a dezenas de quilômetros. Os encontros da Marinha em 2004 exigiriam uma maturidade não demonstrada publicamente, e eventos luminosos de várias horas pediriam energia contínua incompatível com um foco de plasma de curta duração.

Loeb conclui que o plasma produzido por laser deve integrar um conjunto amplo de testes ao lado de plasmas naturais, drones, artefatos de sensores e outros mecanismos convencionais. O próximo passo útil é medir distância, espectro, duração e atividade ao redor em cada caso. Sem esses dados, a hipótese pode orientar perguntas, mas não identificar um objeto nem provar um programa secreto de armas.