United States / 2000 / DISPUTADO
Avistamentos de OVNI triangular em Illinois em 2000
Na madrugada de 5 de janeiro de 2000, policiais do sudoeste de Illinois relataram uma grande forma iluminada após o alerta de um civil. Jornais documentaram os relatos e uma fotografia de Craig Stevens, policial de Millstadt. A foto mostrava luzes, não uma aeronave com contornos discerníveis, e as estimativas de altura, forma e movimento variavam. Dirigível e outras aeronaves convencionais continuam como hipóteses, não identificação demonstrada. O conjunto sustenta um registro sério de testemunhos, mas não estabelece rastreamento contínuo de uma única nave, aceleração extraordinária ou origem extraterrestre.

O caso continua contestado. O arquivo preserva as alegações e separa as evidências de sua interpretação.
- Documentação
- Documentação abundante
- Local principal
- Condado de St. Clair, Illinois
- Base de fontes
- 5 registros vinculados
- Uso em pesquisa
- Caso comparativo
O que o registro de Illinois estabelece
- Data e região
- Antes do amanhecer de 5 de janeiro de 2000, sudoeste de Illinois. Millstadt é referência aproximada, não posição medida do alvo.[1][2]
- Registro estabelecido
- Existem relatos policiais identificados e imprensa inicial. Profissionais também podem estimar mal distância, tamanho e movimento.[1][2][3]
Dossiê do caso
Uma sequência em Metro East: a reportagem de Valerie Schremp no St. Louis Post-Dispatch de 9 de janeiro remonta o primeiro alerta a um dono de minigolfe que contatou a polícia de Highland. Policiais de Lebanon foram avisados, seguindo-se relatos de Shiloh, Millstadt e Dupo na madrugada do dia 5. O rádio conectou observadores e orientou sua atenção. É um registro importante de coordenação, não o equivalente a medições independentes e simultâneas de um único objeto. O mapa usa Millstadt como referência aproximada da região, não como trajetória medida.
O objeto aparentemente próximo de Stevens: Schremp entrevistou Craig Stevens, que ouviu o rádio e foi ao norte de Millstadt. Ele descreveu uma forma lenta de ponta de flecha, três luzes fortes atrás e outras fracas na superfície. Estimou cerca de 1.000 pés de altitude e altura de dois andares; não eram medidas topográficas. Scott Fornek, no Chicago Sun-Times de 19 de janeiro, citou tanto a ausência de ruído quanto um zumbido fraco descritos por Stevens. Uma nave perfeitamente silenciosa e de dimensões precisas excede, portanto, o que os relatos estabelecem.
O relato de Lebanon e os pontos de vista: o registro NUFORC 11578 foi enviado em 5 de janeiro e publicado no dia 7 por alguém que se identifica como policial de Lebanon, sem nome público nessa entrada. Indica cerca de 04h15 locais e descreve formas aparentes diferentes ao dirigir, depois um triângulo estreito com três luzes brancas nos cantos e uma vermelha piscante. É um autorrelato inicial, não um arquivo policial autenticado independentemente. Mudança de ângulo não implica deformação física, e distâncias estimadas não são leituras instrumentais.
O que a Polaroid e o desenho preservam: os dois jornais descrevem uma foto de Stevens mostrando apenas luzes no escuro e relatam sua crença de que o frio prejudicou a revelação. Ela não resolve o contorno de ponta de flecha do desenho posterior. O desenho registra sua interpretação, não outra medição fotográfica. As reproduções permitem examinar os limites, mas não fornecem material fotográfico original para exame independente, distância medida ou licença para republicar a foto do evento ou a imagem dela feita pelo fotógrafo do jornal.
A alegação de oito milhas em três segundos: Fornek atribuiu o deslocamento a Peter Davenport, que relatava o que um policial de Lebanon lhe contara. É uma estimativa de segunda mão, não um teste de voo cronometrado. A retrospectiva de Jazz Shaw de 2022 diz que o policial desviou o olhar para pegar o microfone e depois viu o objeto mais longe. Isso interrompe a suposta observação contínua da aceleração. Sem direções correspondentes, distância e tempo contínuo, não se obtém velocidade confiável, muito menos prova de propulsão além das aeronaves conhecidas.
Scott Air Force Base e o radar ausente: o Post-Dispatch citou uma porta-voz dizendo que a torre estava fechada naquele horário e que a base recebera ligações da imprensa. O Sun-Times citou o tenente-coronel Allan Dahncke dizendo que o pessoal nada sabia sobre o objeto. São respostas relatadas, não registros radar publicados. Dúvidas posteriores sobre instalações não estabelecem quais equipamentos operavam naquela manhã. As fontes não demonstram confirmação oficial de alvo anômalo nem ocultação comprovada de evidências radar.
Explicações convencionais e observações diferentes: um dirigível pode explicar movimento lento, grande aparência e iluminação incomum, mas as fontes não apresentam um registro de voo que identifique um sobre as cidades naquela manhã. Shaw também distingue o relato de Dupo, de luz alta e distante com lampejo verde, dos objetos aparentemente mais baixos em outros locais. Poderia ser outra aeronave. Reunir tudo num único veículo ou eliminar todas as explicações comuns porque uma manobra estimada parece extrema evitaria o trabalho de identificação ainda pendente.
O valor do caso Illinois: dois jornais com assinaturas distintas preservam testemunhos identificados e ressalvas contemporâneas, anteriores à familiaridade com imagens de documentários posteriores. Fornek também registrou a distinção de Mark Rodeghier entre relato não identificado e prova de nave extraterrestre. O valor está na comparação, não em considerar policiais infalíveis. O arquivo mantém um relato controverso de vários locais, bem documentado, sem veículo extraordinário demonstrado. A foto local de Millstadt em 2010 é contexto geográfico, não imagem das luzes de 2000 ou do ponto exato de observação.
Verificações e registros relacionados
Linha do tempo
- Relatos civis e policiais circulam antes do amanhecer; Stevens tira uma Polaroid.
- NUFORC publica o relato 11578, enviado no dia 5 por alguém que se identifica como policial de Lebanon.
- Schremp registra o relato de Stevens e a resposta da base no Post-Dispatch.
- Fornek compara relatos e interpretações no Sun-Times; data conforme o recorte arquivado.
- Jazz Shaw publica análise retrospectiva das diferenças entre relatos e das explicações concorrentes.
Perguntas sobre o triângulo de Illinois
O que os policiais relataram?
Vários descreveram uma grande forma iluminada, triangular ou em ponta de flecha. Perspectivas, alturas estimadas, luzes e sons diferiam.
A foto prova uma nave triangular?
Não. A imprensa descreve luzes numa Polaroid escura, não um contorno discernível. Um desenho não substitui o registro da câmera.
O OVNI foi identificado como dirigível?
É uma hipótese para várias características, sem registro de voo citado que confirme a identificação. Velocidades não verificadas não bastam para excluí-la.
A página mostra vídeo original?
Não há vídeo original autenticado incorporado. Reconstituições documentais não são filmagens do evento. A foto de Millstadt é de 2010 e apenas contextualiza o local.
Fontes
- [1] ReportagemPost-Dispatch, 9 de janeiro de 2000: policiais e resposta da base (PDF p.10)Valerie Schremp / St. Louis Post-Dispatch; Newsclipping Service archive
- [2] ReportagemSun-Times, 19 de janeiro de 2000: relatos e interpretações (PDF p.3)Scott Fornek / Chicago Sun-Times; Newsclipping Service archive
- [3] Base de referênciaNUFORC: relato inicial de autor que se identifica como policial de LebanonNational UFO Reporting Center
- [4] PesquisaRetrospectiva de Jazz Shaw, 2022: diferenças e hipótesesJazz Shaw / The Debrief
- [5] ArquivoFoto contextual de Millstadt e licençaMatt Hucke / Wikimedia Commons
