United States / 1966 / DISPUTADO
Perseguição de OVNI no condado de Portage em 1966
Antes do amanhecer de 17 de abril de 1966, o auxiliar do xerife de Portage County Dale F. Spaur e o auxiliar Wilbur L. “Barney” Neff disseram que um objeto brilhante subiu perto da viatura na U.S. Route 224, junto a Atwater, Ohio. Eles o seguiram para leste; o policial Wayne Huston, de East Palestine, entrou em outra viatura, e o policial Frank Panzanella, de Conway, relatou uma luz distante no ponto final na Pensilvânia. Fontes contemporâneas traçam a rota pela Ohio Route 14 e pelas Pennsylvania Routes 51 e 65, cerca de 80 a 86 milhas rodoviárias. O chefe de polícia de Mantua Gerald F. Buchert fez observação separada e expôs filme preto e branco. O Project Blue Book não achou alvo nos radares verificados, lançamento de balão causal nem interceptadores de Youngstown; atribuiu as marcas no negativo de Buchert a defeitos de processamento e propôs uma passagem de satélite para Vênus. O arquivo não preserva cálculo de satélite correspondente nem medições que provem a geometria baixa relatada. Testemunhos identificados e tratamento oficial estão bem documentados; identidade e continuidade das luzes continuam contestadas, sem origem extraordinária estabelecida.

O caso continua contestado. O arquivo preserva as alegações e separa as evidências de sua interpretação.
- Documentação
- Documentação abundante
- Local principal
- Atwater, Ohio to Conway, Pennsylvania
- Base de fontes
- 4 registros vinculados
- Uso em pesquisa
- Caso comparativo
O que o registro estabelece
- Data e rota
- 17 de abril de 1966, Route 224 perto de Atwater, Ohio Route 14, Pennsylvania Routes 51 e 65 até Conway; cerca de 80 milhas no memorando e 86 na imprensa.[1][3]
- Policiais identificados
- Spaur e Neff fazem o relato central; Huston entra em East Palestine; Panzanella vê luz em Conway; Buchert observa e fotografa separadamente em Mantua.[1][3][4]
- Verificações oficiais
- Nenhum alvo radar desconhecido, balão compatível ou interceptador lançado de Youngstown.[1]
- Status da foto
- Buchert enviou o negativo original, mas a análise atribuiu marcas a velamento e processamento. Cópias realçadas não são imagens autenticadas.[1]
Dossiê do caso
Primeiro relato e descrição próxima: por volta de 05h00, Spaur e Neff verificavam um carro aparentemente abandonado na Route 224 perto de Atwater. No relato telefônico de 18 de abril, Spaur disse que uma fonte brilhante veio do oeste, passou ao norte da estrada e iluminou o chão como arco de solda. Estimou cerca de 150 pés sobre uma área, contorno circular imperfeito ou oval e ouviu zumbido constante de transformador. São estimativas visuais. Não há triangulação, altitude medida, amostra de vestígio nem fotografia autenticada feita pelos auxiliares.
Rota da perseguição: após sair da área da Route 224, a viatura de Portage seguiu para leste pela Ohio Route 14. Huston, ouvindo o rádio policial em East Palestine, relatou ver a luz antes da chegada de Spaur e entrou com outra viatura. O Beaver County Times contemporâneo situa depois os carros na Pennsylvania Route 51 até Rochester e na Route 65 até Conway. O memorando oficial diz cerca de 80 milhas; jornais, 86. Velocidades de 80 a 104 mph, mudanças de altitude e a alegação de espera junto a obstáculos vêm dos policiais, não de rastros instrumentais.
Quem viu o quê: Spaur e Neff deram o relato central próximo e da perseguição. Huston começou com observação independente à distância e depois entrou na mesma perseguição móvel. Panzanella não perseguiu desde Ohio; estava num posto em Conway e disse ter visto a luz pouco antes da chegada dos demais. Buchert estava ao norte do início, em Mantua, onde ele e a esposa observaram objeto brilhante por cerca de 15 a 20 minutos. Os relatos coincidem em horário e direção geral, mas o arquivo não prova que todos viram um único objeto contínuo.
Filme de Buchert e limites: Buchert disse ao Blue Book que usou filme 127 preto e branco numa câmera policial de foco fixo e fez três exposições diante de casa ou da fazenda. O Blue Book pediu o negativo original e produziu várias cópias de trabalho. A análise de 22 de abril achou o rolo muito velado, mediu densidade menor nas duas marcas que no fundo e concluiu por defeitos de processamento, não pela fonte brilhante descrita. O arquivo prova envio e análise; não autentica a imagem popular realçada como foto do objeto.
Verificações e conclusão oficial: o 662d Radar Squadron de Oakdale não relatou nada entre 05h30 e 06h15, e o aeroporto de Greater Pittsburgh também não viu retorno desconhecido. Youngstown Reserve negou aeronaves no ar; notas do Blue Book dizem que F-102 não decolaram. Ligações a órgãos de balões e meteorologia não acharam lançamento compatível. Ainda assim, o Blue Book juntou duas ideias: primeiro satélite, depois Vênus com magnitude -3,9 a sudeste. A folha final não identifica passagem específica nem cálculo cronometrado de azimute/elevação; é julgamento oficial de causa provável, não correspondência demonstrada.
Disputa posterior e impacto humano: em 2 de maio, o juiz Robert E. Cook escreveu ao deputado William Stanton que a Força Aérea se baseara em telefonemas e análise fotográfica, não em investigação local. O major Hector Quintanilla entrevistou Spaur pessoalmente em 10 de maio; William Weitzel, da NICAP, gravou e criticou a manutenção da conclusão. Reportagens retrospectivas documentam ridículo, pressão profissional e grave perturbação na vida posterior de Spaur, mas não provam que o avistamento sozinho causou todas as perdas. O caso preserva conflito público incomum entre testemunho policial, registro fotográfico fraco e explicação oficial com reconstrução incompleta.
Linha do tempo
- Spaur e Neff relatam objeto brilhante e baixo perto da Route 224 em Atwater.
- A viatura de Portage segue pela Ohio Route 14; Huston entra em East Palestine, e os carros continuam pelas Routes 51 e 65.
- Os policiais param em Conway, onde Panzanella relata luz distante; o objeto some ou sobe para fora da visão.
- O Blue Book reúne relatos telefônicos, verificações de radar, aeronaves, balões e satélites e o negativo de Buchert.
- A análise atribui as marcas a velamento e processamento; o Blue Book propõe satélite e depois Vênus.
- Quintanilla entrevista Spaur no condado; Weitzel grava e depois contesta a conclusão.
- Reportagens posteriores documentam estigma e perturbação ligados a Spaur, sem resolver causa nem identidade.
Perguntas sobre a perseguição de Portage
Quando ocorreu a perseguição?
Antes do nascer do sol no domingo, 17 de abril de 1966, por volta de 05h00 até 06h00-06h15 em Conway.
Quais policiais participaram?
Dale Spaur e Wilbur Neff fizeram o relato central; Wayne Huston entrou em East Palestine; Frank Panzanella viu a luz em Conway e Gerald Buchert observou separadamente em Mantua.
Qual foi a rota?
Route 224 perto de Atwater, Ohio Route 14 até East Palestine, Pennsylvania Route 51 até Rochester e Route 65 até Conway, cerca de 80 a 86 milhas.
Radar ou caças confirmaram o objeto?
Não. Radares verificados não viram alvo desconhecido, Youngstown não lançou aeronaves e o Blue Book registrou que F-102 não decolaram.
A foto de Buchert prova um disco?
Prova exposição e envio de negativo. A Força Aérea disse que a fonte não registrou e duas marcas eram defeitos; cópias realçadas não têm proveniência completa.
Qual é a conclusão cuidadosa?
Relato e resposta são documentados, sem demonstrar objeto extraordinário contínuo nem reconstrução convencional completa. O caso continua contestado, não prova de tecnologia não humana.
Fontes
- [1] Arquivo oficialArquivo Project Blue Book: Ravenna e Mantua, 17 de abril de 1966U.S. Air Force scan via The Black Vault
- [2] Arquivo oficialGuia dos Arquivos Nacionais sobre Project Blue BookU.S. National Archives and Records Administration
- [3] ArquivoInvestigação NICAP e compilação de entrevistas de William WeitzelNICAP / CUFOS archive
- [4] ReportagemRetrospectiva do Cleveland Scene sobre policiais e Blue BookCleveland Scene
A imagem exibida é folha oficial Blue Book, não imagem do evento. O PNG anterior é reprodução posterior com autoria e direitos incompletos e deve ser desativado. A Força Aérea tratou as marcas do negativo como defeitos.
