United States / 2006 / NÃO RESOLVIDO

Avistamento de OVNI no aeroporto O'Hare em 2006

Em 7 de novembro de 2006, funcionários da United Airlines relataram um disco cinza sem luzes sobre o saguão C do Aeroporto Internacional O'Hare. A ligação de um supervisor à torre da FAA e áudios obtidos via FOIA confirmam que o relato entrou nas comunicações aeronáuticas. Controladores não viram nada; a FAA não achou anomalia no radar e sugeriu tempo ou luzes em nuvens baixas. Não há foto ou vídeo autenticado, e a causa segue sem identificação.

Infográfico separando comunicações documentadas, imagens não verificadas e interpretações de O'Hare
Gráfico editorial do limite de evidências; não é fotografia do objeto relatado.Produção editorial do Global UFO Archive
CredibilidadeB
StatusNÃO RESOLVIDO
Tipos de evidência6
Fontes oficiais1
Última revisão2026
Avaliação do arquivo

O caso permanece sem solução no registro público, com grau de credibilidade B.

Documentação
Documentação abundante
Local principal
Chicago O'Hare International Airport
Base de fontes
6 registros vinculados
Uso em pesquisa
Caso comparativo

O que o registro estabelece

Documentado
Funcionários relataram disco e supervisor ligou à torre FAA; comunicações liberadas preservam a discussão.[1][2][3]
Resposta oficial
Controladores nada viram, radar preliminar sem anomalia, hipótese de tempo ou luz e nenhuma investigação adicional.[2][4]
Limite de mídia
Nenhuma foto ou vídeo público foi autenticado; transmissões e ilustrações posteriores não são evidência original.[4][5]
Avaliação
O relato é documentado, mas a causa não foi identificada; nem diagnóstico meteorológico específico nem nave extraordinária foi estabelecido.[2][4][5]

Dossiê do caso

O relato: Sob céu encoberto em 7 de novembro de 2006, empregados da United descreveram um disco cinza ou metálico, sem luzes, sobre o saguão C, geralmente situado perto do portão C17. O Chicago Tribune investigou quase dois meses depois; CBS/AP e NPR falaram em até doze funcionários. É estimativa jornalística, não lista divulgada pela United, e a maioria permaneceu anônima por receio profissional.

A trilha aeronáutica: O registro administrativo mais forte é comunicação, não fotografia. A porta-voz da FAA Elizabeth Isham Cory reconheceu que um supervisor da United perguntou à torre se controladores viam um disco giratório. Eles nada viram e a verificação preliminar do radar não achou anormalidade. O Relatório Técnico 10 da NARCAP reproduz conversas obtidas via FOIA sobre um disco sobre o saguão C. Elas provam que o relato foi comunicado, não sua causa.

Os depoimentos: A cobertura contemporânea descreveu objeto silencioso sob as nuvens por minutos, seguido de subida rápida e breve abertura circular no céu encoberto. Os relatos são parecidos, mas horários, altitude e duração variam. A NARCAP tentou conciliá-los, porém seu arquivo mistura entrevistas de repórteres e investigadores, posts anônimos e testemunhos posteriores; não equivale a um conjunto único de declarações contemporâneas assinadas.

Tempo e abertura na nuvem: A revisão da NARCAP situou o teto em cerca de 1.900 pés. A FAA citou tempo e luzes do aeroporto refletidas em nuvens baixas. A fallstreak hole, ou hole-punch cloud, é real: o National Weather Service explica que aeronaves podem introduzir cristais de gelo em gotas super-resfriadas e abrir lacuna circular ou elíptica. Mas não há foto autenticada, sequência de satélite ou análise local que demonstre isso em C17. É mecanismo plausível, não identificação.

A conclusão da NARCAP: Após entrevistas, FOIA e análises de tempo e radar, a organização publicou o relatório em maio de 2007, defendendo objeto físico e preocupação de segurança pela falta de detecção clara. São conclusões independentes, não da FAA, United ou aeroporto. O documento preserva comunicações e lacunas, mas cálculos de tamanho, energia e seção radar dependem de estimativas visuais incertas e não são medições.

Fotos e vídeos: Nenhuma imagem pública possui cadeia de custódia até o objeto relatado. A NARCAP documentou imagem manipulada de foto aeroportuária sem relação e alegações de pessoas fotografando, sem autenticar mídia do evento. TV, documentários posteriores, ilustrações e clipes online são cobertura ou reconstrução, não filmagem original. O dossiê usa somente infográfico próprio marcado como não probatório.

Resposta oficial: A FAA não abriu investigação adicional; disse que controladores não viram nada, radar não mostrou anomalia e tempo ou iluminação poderiam explicar. A United reconheceu os relatos, mas não investigou. Isso registra a resposta institucional, não uma identificação científica final. Nenhum relatório FAA público prova tempo específico ou aeronave extraordinária.

Conclusão cautelosa: O caso é bem documentado como relato de vários trabalhadores e pela ligação preservada do supervisor. Continua sem solução por faltar depoimentos contemporâneos identificados, imagens mensuráveis, diagnóstico meteorológico específico e sensor decisivo. Sem solução não significa extraterrestre; significa que o relato existiu, mas sua causa não pode ser identificada com segurança.

Linha do tempo

  • Funcionários relatam disco sem luzes sobre C17; o horário inicial varia nas fontes posteriores.
  • Testemunhas dizem que o objeto partiu e deixou abertura breve na nuvem; intervalo testemunhal, não medição.
  • United e torre FAA conversam sobre o relato; partes das ligações e frequência de solo são obtidas via FOIA.
  • A investigação de Jon Hilkevitch no Chicago Tribune torna o caso notícia nacional.
  • CBS/AP registra ligação admitida pela FAA, radar sem anomalia, hipótese de tempo e ausência de investigação.
  • NARCAP publica relatório técnico independente com testemunhos, comunicações, tempo e radar.

Perguntas frequentes

Funcionários realmente relataram UFO?

Sim. A imprensa registrou vários e FAA reconheceu a ligação do supervisor. Doze é estimativa jornalística, não lista publicada.

O que disse a FAA?

Controladores nada viram, radar preliminar sem anomalia e tempo ou luz podiam explicar; não houve nova investigação.

Radar detectou?

Nenhum traçado confirmado foi publicado. FAA não achou anomalia; NARCAP analisou ecos candidatos sem correlação decisiva.

Abriu um buraco nas nuvens?

Alguns relataram abertura breve. Fallstreak holes são reais, mas nenhuma imagem autenticada ou análise local prova uma em C17.

Há fotos ou vídeos reais?

Nenhuma mídia pública tem cadeia verificável. Uma imagem conhecida foi manipulada e notícias posteriores são cobertura.

NARCAP é oficial?

Não. É grupo independente; suas conclusões não pertencem à FAA, aeroporto ou United.

Fontes

Nenhuma imagem original autenticada. O infográfico local é editorial e não probatório; WTTW, CNN e documentários são cobertura retrospectiva.