Publicado em 2020, o artigo situa a marca na lagoa na história australiana de UFOs e círculos em plantações e cita hipóteses como redemoinho ou atividade animal.
Ela acrescenta uma fonte secundária australiana confiável que preserva o contexto físico relatado e apresenta alternativas comuns.
É uma matéria retrospectiva, não a investigação original. Fraudes posteriores de círculos não determinam, por si só, a causa da marca de 1966.
