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Ministério da Defesa britânico rejeita pedido para reabrir análise de arquivos de UFOs

O Ministério da Defesa britânico afirmou que não retomará um programa específico de investigação de UFOs após um pesquisador escocês pedir nova análise dos arquivos divulgados e da política atual de relatos.

Ministério da Defesa britânico rejeita pedido para reabrir análise de arquivos de UFOs
Aerial view of the UK Ministry of Defence Main Building by Allan House, MoD/Crown copyright 2017, localized from Wikimedia Commons under the Open Government Licence v3.0.

O Ministério da Defesa britânico rejeitou um pedido para reabrir uma análise específica de relatos de objetos voadores não identificados, segundo correspondência noticiada pelo Edinburgh Live em 4 de agosto. O autor e pesquisador escocês Malcolm Robinson pediu que o governo reconsiderasse o tratamento de arquivos históricos e relatos atuais, citando o debate renovado sobre fenômenos anômalos não identificados nos Estados Unidos.

A Secretaria de Política Aérea respondeu que nenhum avistamento examinado em mais de 50 anos indicou ameaça militar ao Reino Unido. O ministério afirmou que deixou de investigar relatos de UFOs em 2009 e transferiu os arquivos até aquele ano para divulgação pública pelos Arquivos Nacionais britânicos.

A resposta não afirmou que objetos incomuns sejam ignorados pelas autoridades de defesa aérea. O ministério disse que o Reino Unido continua mantendo um quadro aéreo reconhecido e monitorando o espaço da NATO para identificar e enfrentar ameaças plausíveis. Essa função é mais ampla que um gabinete público de relatos de UFOs e se concentra em defesa, não em catalogar observações inexplicadas.

Robinson disse ao Edinburgh Live que considerava a resposta insuficiente e pretendia levar o tema ao primeiro-ministro Andy Burnham. O pedido reflete a divergência persistente sobre se uma triagem militar baseada em ameaças basta para relatos que também podem envolver segurança aérea, interesse científico ou prestação de contas pública.

A troca altera o contexto de política pública, não o valor probatório de qualquer avistamento individual. A posição do ministério explica por que não mantém uma unidade específica de investigação de UFOs, mas não demonstra que todos os relatos históricos foram identificados. Uma nova análise seria, portanto, uma escolha sobre transparência e escopo, não prova de origem extraordinária.