Um pesquisador da Durham Law School defendeu que governos adotem a contenção como ponto de partida diante de fenômenos anômalos não identificados. Em texto de 30 de setembro no Global Policy Journal, Michael Bohlander argumentou que a incerteza sobre a identidade de um objeto não justifica, por si só, destruí-lo. O ensaio examina regras de aviação e conflito existentes, sem anunciar mudança de política.
Bohlander distingue objetos civis de militares, veículos tripulados de não tripulados e identidade incerta de hostilidade demonstrável. Usa os abates de fevereiro de 2023 como contexto e pergunta como os responsáveis poderiam classificar um objeto sem conhecer ocupantes, finalidade ou origem. Os cenários hipotéticos não humanos do ensaio não constituem conclusões de que esses veículos existam.
Sua proposta é que a proteção seja a regra, salvo quando se possa demonstrar intenção hostil. Ele também aponta falta de transparência pública sobre regras de engajamento. Essa posição continua sendo a interpretação do autor: o artigo não é sentença judicial nem diretriz operacional oficial e não resolve alegações controversas sobre capacidades de UAP.

