Órbita terrestre / 1973 / DISPUTADO

Observação de objeto vermelho pela Skylab 3 em 1973

Em setembro de 1973, astronautas da Skylab 3 relataram objeto avermelhado brilhante pela janela do refeitório. A NASA registrou variações de brilho e desaparecimento pouco depois de a estação entrar na escuridão, sem identidade confirmada. Existem quatro números de fotos, com descrições divergentes no índice NASA. Uma análise posterior data o avistamento em 20 de setembro e propõe um objeto grande; o tamanho depende de hipóteses não verificadas sobre exposição, óptica e distância. O registro sustenta observação incomum, não nave gigante medida ou origem extraterrestre estabelecida.

Estação Skylab e painéis solares sobre a Terra azul e nuvens
Foto NASA/HEASARC da Skylab sobre a Terra, associada à Skylab 3 na galeria. Contexto, não o objeto vermelho. Data exata e número do quadro não estabelecidos; imagem sem alterações.NASA / HEASARCNASA media-use guidelines
CredibilidadeB
StatusDISPUTADO
Tipos de evidência3
Fontes oficiais3
Última revisão2026
Avaliação do arquivo

O caso continua contestado. O arquivo preserva as alegações e separa as evidências de sua interpretação.

Documentação
Documentação abundante
Local principal
Órbita terrestre
Base de fontes
4 registros vinculados
Uso em pesquisa
Caso comparativo

Registros e limites de medição

Precisão da data
Setembro de 1973 é comum; dia 20 vem da análise externa.[1][3]
Registro fotográfico
Há quatro identificadores documentados, não quatro imagens resolvidas de nave.[2][3]
Tamanho físico
Os 110 metros dependem de modelo, não de medição NASA.[3]

Dossiê do caso

O relato: Alan Bean, Owen Garriott e Jack Lousma fizeram a Skylab 3, segunda visita tripulada, de 28 de julho a 25 de setembro de 1973. A seção 10.5 do relatório NASA de janeiro de 1974 descreve objeto avermelhado pela janela do refeitório, aparentemente mais brilhante que Júpiter. Por cerca de dez minutos ficou na mesma área da janela, com deslocamento máximo de 0,17–0,35 radiano. É movimento angular aparente, não diâmetro ou distância percorrida medidos. O relatório diz que não foi visto novamente e não confirma satélite específico.

Datas e testemunhos: a NASA situa a observação cerca de dez dias antes do retorno, sem dia exato. Bruce Maccabee e Brad Sparks atribuem 20 de setembro, órbita 1863, aproximadamente 16h35–16h45 GMT, por reconstrução orbital posterior. Isso é cinco dias antes do retorno, não confirmação independente da data. O diário de Bean reproduzido diz vinte minutos ou mais; o debriefing, cinco a dez. A comunicação reproduzida coloca o objeto no pôr do sol primeiro; o relato posterior e a NASA o fazem desaparecer depois da Skylab. O áudio original não é fornecido para resolver as divergências.

Brilho não mede distância: a NASA registra variações de aproximadamente dez segundos, talvez de mais ou menos trinta por cento, levando a tripulação a inferir rotação, sem forma giratória resolvida. O atraso relatado de cinco a dez segundos após a estação escurecer sugeriu distância de talvez 55–90 quilômetros. A estimativa supõe relação entre luz refletida, entrada na sombra e geometria; não é medição por radar. Cor e brilho descrevem uma luz, não composição, propulsão ou origem de uma nave.

Quatro quadros, duas descrições: o índice NASA de novembro de 1973 de Underwood e Holland lista SL3-118-2138 a 2141, quadros 7–10 do magazine CX-35, Nikon, filme SO-368 e coluna de lente 55/300 mm. A página 41 diz satélite não tripulado; a 245 diz em branco para os mesmos quadros. Nenhum rótulo identifica objeto específico. Fotos vizinhas do experimento laser e a seguinte do lago Erie não são quadros OVNI adicionais. Maccabee e Sparks relacionam os quatro a Garriott, mas o índice não autentica a estrutura de ampliação processada por particulares.

O tamanho grande é condicional: Maccabee e Sparks veem estrutura real na quarta imagem e rejeitam vários artefatos fotográficos. Seus 110 metros pressupõem lente de 300 mm, distância derivada da sombra e exposição pouco antes de a Skylab escurecer. Reconhecem expressamente que a última hipótese temporal não tem sustentação. A lente é inferida por continuidade com experimento laser anterior, não por metadados verificados de cada exposição. Alterar as entradas altera o tamanho inferido. É alegação analítica externa, não medição NASA de veículo de 110 metros.

Contexto e explicações: objeto artificial ou detrito iluminado pelo Sol é uma classe convencional de explicação; identificação específica exige mais que ponto brilhante e estimativa temporal. Os autores externos excluem satélites comuns na geometria reconstruída, mas a conclusão herda as hipóteses anteriores. A mesma seção NASA descreve imagens de arruelas na televisão de experimento solar e partículas reconhecíveis de exaustão. São outras observações, não confirmação simultânea do objeto vermelho nem prova de que fosse uma dessas partículas.

Avaliação cautelosa: o relatório estabelece o registro de luz incomum e o índice fornece identificadores fotográficos rastreáveis. Nenhum resolve a identidade. Horário exato, estrutura fotográfica e dimensões seguem contestados. Fontes primárias e análise de autoria distinta separam observação de cálculo, justificando o arquivo. A foto da estação é contexto NASA, não o objeto vermelho. Relato orbital com horário incerto não justifica ponto terrestre preciso.

Verificações e registros relacionados

Linha do tempo

  • Início da segunda visita tripulada, Skylab 3.
  • Relato vermelho; 20 de setembro é data atribuída pelos analistas posteriores, não dia confirmado pelo relatório.
  • A tripulação retorna à Terra.
  • O índice NASA descreve os quatro quadros de modo divergente.
  • O relatório NASA da segunda visita registra a luz vermelha.

Perguntas sobre Skylab 3

A NASA identificou o objeto vermelho?

A seção verificada relata observações e estimativas, sem satélite confirmado ou conclusão extraterrestre.

Há quatro fotografias?

O índice lista SL3-118-2138 a 2141 com descrições contraditórias. Ampliações privadas exigem verificação própria de procedência e direitos.

O caso prova um OVNI gigante?

Não. O tamanho depende de distância, lente e horário incertos. Luz não identificada e cálculo condicional não estabelecem nave gigante.

Fontes