United States / 2015 / NÃO RESOLVIDO

Vídeo OVNI/UAP Gimbal de 2015

Em janeiro de 2015, o sensor de um F/A-18 da Marinha dos EUA registrou durante treinamento na Costa Leste os 34 segundos conhecidos como Gimbal. O clipe oficial é autêntico e mostra um alvo quente e pouco definido que parece girar, enquanto o áudio menciona um grupo de objetos. O arquivo público não traz a tela de radar alegada, metadados originais, distância exata, registro completo da missão ou vídeo integral. Reconstruções independentes divergem sobretudo conforme a distância assumida: uma rota próxima pode parecer muito incomum, enquanto uma aeronave convencional distante e seu brilho infravermelho podem caber no clipe. Nenhuma resolução oficial pública identifica o objeto ou confirma desempenho extraordinário; o caso permanece não resolvido, não como prova de tecnologia exótica.

Quadro do sensor infravermelho do vídeo UAP Gimbal oficial da Marinha dos EUA
Quadro inalterado da gravação oficial Gimbal de 34 segundos publicada por NAVAIR/DVIDS. Registra a tela do sensor sem definir sozinho distância, forma física, rotação, velocidade ou identidade.Naval Air Systems Command / Defense Media Activity / DVIDS
CredibilidadeA
StatusNÃO RESOLVIDO
Tipos de evidência5
Fontes oficiais5
Última revisão2026
Avaliação do arquivo

O caso permanece sem solução no registro público, com grau de credibilidade A.

Documentação
Documentação abundante
Local principal
U.S. East Coast Atlantic training area
Base de fontes
7 registros vinculados
Uso em pesquisa
Caso comparativo

O que o registro público sustenta

Registro confirmado
Os 34 segundos de Gimbal são imagens autênticas de sensor naval gravadas em janeiro de 2015.[1][2][3]
Data e local
Fontes oficiais confirmam apenas janeiro e Estados Unidos; o contexto atlântico vem de fontes posteriores.[1][4][6]
O que o clipe mostra
Alvo infravermelho compacto parece girar; o áudio menciona frota, vento e tela ASA fora do quadro.[1]
Limite da mídia
O vídeo público é trecho oficial curto, não o arquivo longo, trilha de radar ou pacote completo citados depois.[1][4]
Avaliação atual
O alvo segue não identificado; aeronave distante, brilho e derrotação são plausíveis, mas não provados publicamente.[6][7]

Dossiê do caso

Escopo do caso: Em janeiro de 2015, o sensor de um F/A-18 da Marinha dos EUA registrou durante treinamento na Costa Leste os 34 segundos conhecidos como Gimbal. O clipe oficial é autêntico e mostra um alvo quente e pouco definido que parece girar, enquanto o áudio menciona um grupo de objetos. O arquivo público não traz a tela de radar alegada, metadados originais, distância exata, registro completo da missão ou vídeo integral. Reconstruções independentes divergem sobretudo conforme a distância assumida: uma rota próxima pode parecer muito incomum, enquanto uma aeronave convencional distante e seu brilho infravermelho podem caber no clipe. Nenhuma resolução oficial pública identifica o objeto ou confirma desempenho extraordinário; o caso permanece não resolvido, não como prova de tecnologia exótica.

Conclusão da fonte — U.S. Department of Defense: A declaração de abril de 2020 autenticou os vídeos da Marinha em circulação e explicou a divulgação formal das gravações não classificadas.

Conclusão da fonte — U.S. Department of Defense: O departamento disse que um vídeo foi gravado em novembro de 2004 e dois em janeiro de 2015, divulgando-os para esclarecer se eram material real da Marinha.

Conclusão da fonte — Naval Air Systems Command / DVIDS: O DVIDS hospeda cópia oficial de 34 segundos creditada ao Naval Air Systems Command, marcada domínio público, com a tela infravermelha e o áudio usados no caso.

Conclusão da fonte — Naval Air Systems Command / DVIDS: O catálogo verifica arquivo oficial e apenas local nos EUA. O dia 1º é tratado como marca mensal porque o DoD confirma janeiro de 2015, não o dia. Os pixels não definem distância, forma, velocidade ou identidade.

Cronologia pública: 2015-01: Sensor de F/A-18 da Marinha registra os 34 segundos de Gimbal em treinamento na Costa Leste; o registro público confirma apenas o mês. Esta é a data do evento vinculada ao registro estruturado do arquivo. Datas de páginas de arquivo, reportagens ou documentários posteriores descrevem a história das fontes e não são tratadas como uma segunda ocorrência nem como evidência contemporânea.

Base de evidências: O registro vinculado inclui material publicado ou preservado por U.S. Department of Defense, Naval Air Systems Command / DVIDS, Naval Air Systems Command e U.S. House Committee on Oversight and Accountability. A concordância entre registros independentes tem mais peso do que resumos repetidos da mesma alegação, enquanto programas e documentários posteriores são tratados como contexto, não como evidência original do avistamento.

Avaliação do arquivo: Vídeo UAP Gimbal de 2015 permanece no arquivo como relato não resolvido, pois o registro público pode ser ligado a U.S. East Coast Atlantic training area em 2015 e comparado em 7 fontes relacionadas. Essas fontes documentam o relato, sua repercussão e análises posteriores; por si só, não provam a presença de uma aeronave extraordinária nem de uma causa não humana.

Vídeo relacionado

Linha do tempo

  • Sensor de F/A-18 da Marinha registra os 34 segundos de Gimbal em treinamento na Costa Leste; o registro público confirma apenas o mês.
  • O clipe começa a circular após divulgação não autorizada.
  • O DoD autoriza Gimbal, GoFast e FLIR1 e confirma a origem naval.
  • A ODNI publica avaliação agregada, destacando dados limitados e testes de erro de sensor; não resolve Gimbal pelo nome.
  • Peings e von Rennenkampff publicam preprint arXiv com cenários de trajetória próxima e distante.
  • Ryan Graves diz ao Congresso que vídeo Gimbal mais longo de seu esquadrão segue sigiloso; o arquivo não acompanha o depoimento.
  • O DVIDS publica cópia oficial NAVAIR de 34 segundos, creditada ao Naval Air Systems Command e marcada domínio público.

Perguntas frequentes

O vídeo UAP Gimbal é autêntico?

Sim. O DoD confirmou origem naval, a NAVAIR lista via FOIA e o DVIDS hospeda cópia oficial em domínio público. Isso não identifica o alvo nem prova desempenho extraordinário.

Quando e onde Gimbal foi gravado?

Fontes oficiais confirmam janeiro de 2015 e apenas Estados Unidos. Fontes posteriores ligam ao treinamento atlântico do USS Theodore Roosevelt, sem dia ou coordenadas exatas públicas.

O objeto Gimbal realmente gira?

A forma infravermelha gira na tela, mas os dados públicos não distinguem objeto físico de efeito de brilho e derrotação do ATFLIR.

A que se refere 'uma frota inteira'?

É fala da tripulação, aparentemente sobre tela de consciência situacional fora do quadro. A tela e os dados de radar não estão no vídeo; número e rotas não podem ser verificados.

Existe um vídeo Gimbal mais longo?

Ryan Graves disse ao Congresso que o vídeo completo gravado por seu esquadrão segue sigiloso. O arquivo não acompanha publicamente o depoimento e não pode ser avaliado.

Qual é a principal explicação convencional?

Aeronave distante vista quase por trás, com escapamento quente gerando brilho infravermelho afetado pela derrotação do ATFLIR. A hipótese explica quadros importantes, mas segue sem confirmação sem distância e dados brutos.

Gimbal prova tecnologia extraterrestre?

Não. A evidência autentica registro naval de alvo não identificado, sem confirmar publicamente desempenho extraordinário, nave não humana ou origem extraterrestre.

Fontes

A imagem principal é quadro inalterado do vídeo oficial NAVAIR/DVIDS em domínio público, e o player mostra os mesmos 34 segundos. Registra a tela sem definir sozinho distância, forma física, rotação, velocidade ou identidade. Nenhuma reconstituição ou captura de notícia posterior é usada como evidência.